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Aprenda o método que Assistentes Sociais experientes estão utilizando para ganhar um salário extra superior a R$3.720,00.

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Assistente Social é um profissional de nível superior que atua no planejamento, gestão e execução de políticas, programas e serviços sociais no sentido de ampliar o acesso aos direitos sociais. Desenvolve ações que incidem nas expressões da questão social pela mediação do Estado, via políticas sociais públicas, da iniciativa privada e/ou das organizações de Terceiro Setor articulando conhecimentos teóricos, técnico-operativos e reflexões ético-políticas.

No Brasil a denominação é restrita a indivíduos portadores de diploma em Serviço Social e devidamente inscritos no Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) de sua região.

Mesmo se tratando de uma profissão importantíssima, os assistentes sociais encontram dificuldades no mercado de trabalho. O aumento constante de profissionais capacitados não é proporcional a quantidade de oportunidades de emprego e muitos destes profissionais sofrem para achar uma ocupação.

Outro fator que muitos servidores contestam, é a baixa remuneração diante de um serviço tão relevante para a sociedade.

Por estes motivos, é possível observar homens e mulheres com formação em Serviço Social, buscando outra área técnica ou tecnológica para recomeçar a carreira.

O que muitos assistentes sociais ainda desconhecem é que com essa formação, eles têm a possibilidade de garantir uma renda extra atuando como peritos judiciais e de quebra ainda ajuda a desafogar os milhares de processos da justiça.

Inicialmente, era pensado que essa área estivesse diretamente ligada a advogados, promotores e juízes, mas aprofundando-se no assunto, perceberemos que não.

Primeiro precisamos entender o que faz um Perito Judicial:

De acordo com o Wikipédia, o Perito é o técnico, ou especialista que opina sobre questões que lhe são submetidas pelas partes, ou pelo juiz, a fim de esclarecer fatos que irão auxiliar o julgador a formar sua convicção, daí, a importância da perícia.

Sendo ainda mais claro: o magistrado (juiz) não tem obrigação de conhecer, por exemplo, assistência social, por isso convoca um perito judicial assistente social para auxiliá-lo a formar um juízo sobre determinado assunto.

Então, resumidamente, a Perícia consiste em usar o conhecimento adquirido durante a formação e a experiência alcançada com a vivência profissional. E não é necessário prestar concurso para tal, tão somente estar em dia com as obrigações para com o seu respectivo Conselho de Classe (CRESS).

A Dra. Rosaura Blandy, maior especialista em Perícia Judicial do Brasil, contou um pouco da demanda dos peritos assistentes sociais:

“Pra você ter uma ideia, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça, o poder judiciário finalizou o ano de 2017 com 80,1 milhões de processos em tramitação, aguardando alguma solução definitiva. Mesmo que não houvesse ingresso de novos processos, e fosse mantida a produtividade dos juízes e servidores, seriam necessários aproximadamente 2 anos e 7 meses de trabalho para decidir todos os processos pendentes.

Esse volume está em plena ascensão, principalmente porque em época de crise econômica o número de processos tende a aumentar devido aos distratos que chegam para serem resolvidos judicialmente.

Quando mensuramos os processos que nem chegam aos tribunais de fato, mas tramitam nas cortes de conciliação e arbitragem, esse número aumenta. E para desafogar o Judiciário, essas câmaras de conciliação demandam perícia também.’’

A Doutora ainda falou sobre as áreas de atuação dos profissionais peritos em serviços sociais:

“Com uma vasta demanda, os peritos assistentes sociais atuam, por exemplo, em estudos para esclarecer ao Juiz se o idoso encontra-se em ambiente digno e com tratamento adequado; estudos para esclarecer se casal candidato a adoção de menor possui ambiente saudável e idoneidade para adoção; estudos sócio-econômicos em processos em face do INSS por pessoas que alegam pobreza extrema ou determinadas necessidades especiais, entre outras.”

Mas financeiramente, vale a pena?

Além de uma boa valorização no trabalho do perito judicial por parte dos processos nos órgãos públicos, a valorização da renda obtida é um grande atrativo para os profissionais. É necessário compreender que não existe um salário fixo para um perito, pois a recompensa é recebida de acordo com cada laudo feito, que significa o produto final elaborado.

Por isso, essa remuneração é bastante variável, por apresentar um cálculo onde se considera o serviço prestado, as horas estimadas para a concretização de cada fase de execução, as características do processo, sendo essas a relevância, o risco e a complexidade do trabalho e se há qualificação exigida em relação ao processo.

Como fazer para me tornar Perito Assistente Social hoje?

Agora você já possui conhecimento sobre o campo de atuação, vantagens e benefícios da perícia, então o próximo passo é se qualificar.

Então, conseguimos um desconto com a Dra. Rosaura Blandy para que o profissional invista em um bom Curso de Perito Judicial, assim ele chegará muito mais preparado para o mercado de trabalho e já terá conhecimento necessário sobre o procedimento em situações determinadas.

O Curso Beta, referência em áreas da Perícia Judicial, conta com uma plataforma excelente para a formação de profissionais. Então, através da Dra. Rosaura Blandy, conseguimos contato com o Curso e os leitores do Gazeta terão acesso a um preço exclusivo. Além disso, o Curso ainda garante que, caso não haja satisfação do produto dentro da primeira semana, eles devolvem o dinheiro investido.

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